A Palanca Automações opera segundo um modelo institucional preciso: o fundador conduz pessoalmente cada piloto, com cadência semanal directa e ownership integral da entrega. Sem camadas intermediárias entre a engenharia e a decisão executiva do cliente.
Licenciatura em Economia pela Universidade Autónoma de Lisboa. Funda a Palanca Automações em 2025, com o objectivo institucional de construir a camada de inteligência operacional que falta às concessionárias lusófonas de infraestruturas críticas — electricidade, água e telecomunicações.
Antes da Palanca, trabalhou na intersecção entre economia, tecnologia e operações, com foco em sistemas de informação aplicados a sectores regulados. A formação económica define a abordagem: cada decisão técnica avaliada pelo seu retorno regulatório, operacional e institucional, não pela elegância em si mesma.
Conduz pessoalmente cada Programa Piloto da Palanca, com presença regular em Luanda durante a execução das oito semanas. Modelo Forward Deployed: sem camadas intermediárias, contacto directo do fundador a cada cliente, ownership integral da entrega.
Adoptamos integralmente o modelo institucional Forward Deployed inicialmente popularizado pela Palantir Technologies — adaptado ao contexto lusófono e à realidade operacional das concessionárias angolanas.
Modelos tradicionais de consultoria operam a partir de um centro de competências afastado do cliente. Análises são produzidas em sede, comunicadas em apresentações periódicas, executadas por equipas internas do cliente em contextos que a consultoria não conhece em profundidade.
O modelo Forward Deployed inverte esta lógica. O engenheiro está no terreno do cliente, com ownership integral da entrega. Conhece os sistemas reais (não os documentados), os fluxos políticos internos, as restrições regulatórias e os interlocutores institucionais. A entrega não é um relatório — é um sistema em produção.
Para a Palanca Automações, isto traduz-se em: cadência semanal directa com sponsor executivo, presença regular em Luanda durante o piloto, acesso técnico aos sistemas existentes desde a primeira semana, e responsabilidade integral pela entrega regulatória ao fim das oito semanas.
A Palanca está em processo de constituição de Conselho Consultivo formal, com participações em três áreas críticas: regulatório, sectorial e jurídico.
A composição do Conselho Consultivo será anunciada institucionalmente quando completa. As três áreas de competência foram já definidas, e os convites institucionais encontram-se em curso.
A primeira reunião institucional é conduzida pessoalmente pelo fundador. 60 minutos, sem compromisso, para avaliar o fit e responder a todas as questões técnicas, jurídicas e contratuais.
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