Programa Piloto Soberano

Comece com uma subestação. Decida com base em resultados.

Oito semanas de prova de valor, conduzidas pessoalmente pelo fundador. Cadência semanal de progresso. Critério objectivo de sucesso. Âmbito mínimo viável que prova o valor antes de qualquer compromisso plurianual.

8sem.
Duração até produção
1
Subestação · âmbito mínimo
100%
Conduzido pelo fundador
01 / Critérios de Elegibilidade

Quem pode candidatar-se.

O Programa Piloto está estruturado para concessionárias e instituições com escala operacional mínima e capacidade de decisão executiva ao nível adequado.

A.
Sector elegível
Electricidade, águas ou telecomunicações. Concessionárias, ministérios, reguladores ou tribunais de contas em Angola, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau.
Vertical · PALOP
B.
Dimensão mínima
Concessionária com pelo menos uma subestação ou área operacional bem definida. Volumes mínimos suficientes para gerar dados estatisticamente relevantes durante o piloto.
Operacional
C.
Sponsor executivo
Patrocinador formal ao nível de Direcção, Conselho de Administração, Secretaria de Estado ou superior. Garantia de acesso institucional aos sistemas e tomada de decisão.
Direcção+
D.
Acesso a dados existentes
Disponibilidade de acesso técnico (mesmo que parcial) a SCADA, AMI, SAP, GIS, ou ficheiros operacionais. Não exigimos dados perfeitos — exigimos que existam.
Técnico
E.
Compromisso de 8 semanas
Disponibilidade da equipa interna para cadência semanal de progresso (1 reunião · 60 min) e para a recepção dos entregáveis no calendário acordado.
Calendário
02 / Processo de Candidatura

Quatro passos. Decisão estruturada.

Do primeiro contacto à execução do piloto, em quatro etapas claras com prazos definidos.

01.
Pedido institucional
Submissão do formulário de contacto ou envio directo para contact@palancaautomacoes.com com identificação da instituição, sector e contexto da necessidade.
Dia 0
02.
Diagnóstico de fit
Reunião institucional (presencial em Luanda ou videoconferência) de 60 minutos. Avaliação de fit com critérios de elegibilidade. Apresentação da plataforma com casos relevantes.
Dias 3–10
03.
Carta de intenção e proposta
Envio do pacote documental completo: proposta técnica, memória descritiva, calendário detalhado, DPA, política de privacidade, política de segurança. Negociação contratual.
Dias 10–25
04.
Kick-off do piloto
Início formal das 8 semanas com Acto 01 (Diagnóstico). Cadência semanal acordada. Sponsor executivo e equipa técnica nomeados. Critério objectivo de sucesso fixado por escrito.
Dia 30
03 / Perguntas Frequentes

FAQ Institucional.

As oito perguntas mais comuns sobre o Programa Piloto. Resposta directa, sem rodeios.

01 · Quanto custa o piloto?
O valor exacto depende do âmbito acordado, da modalidade contratual (Lei n.º 41/20) e da edição escolhida (Soberana, Lisboa, Híbrida). A nossa política institucional é não publicar tabelas de preços — cada proposta é construída sob medida e justificada linha-a-linha. Pedir proposta institucional através do formulário de contacto dá acesso ao orçamento detalhado em 5 dias úteis.
02 · O piloto é exclusivo a uma concessionária por país?
Não. Aceitamos múltiplos pilotos em paralelo desde que a equipa tenha capacidade de manter a cadência semanal personalizada. Em 2026 estamos limitados a três pilotos simultâneos para preservar a qualidade do envolvimento directo do fundador.
03 · Qual é o âmbito mínimo viável?
Uma subestação ou área operacional bem definida, com fontes de dados existentes (mesmo que parciais) e um caso de uso institucional concreto. O critério de sucesso é objectivo: um PDF Ministerial gerado automaticamente, com zero intervenção manual no fluxo de dados, ao fim das 8 semanas.
04 · Quem conduz o piloto do lado da Palanca?
O piloto é conduzido pessoalmente pelo fundador, Dário Salvador Milagre. Modelo Forward Deployed: cadência semanal directa, sem camadas intermediárias. A presença em Luanda é regular durante a execução, com hospedagem em Lisboa para o trabalho de plataforma.
05 · Que dados precisam de ser disponibilizados?
Acesso técnico (leitura) aos sistemas existentes da concessionária — SCADA, AMI, SAP, GIS, ficheiros operacionais em CSV/XLSX. Não exigimos dados perfeitos — o Acto 01 (Diagnóstico) tem precisamente como função mapear a qualidade actual e identificar os buracos. Toda a transferência de dados é coberta por DPA assinado antes do início.
06 · Posso parar o piloto a meio?
Sim. O piloto contempla pontos de saída formais ao fim de cada Acto (semanas 1, 3, 5, 7). Em qualquer um destes pontos, a instituição pode terminar o programa sem qualquer compromisso plurianual. A facturação é proporcional ao valor entregue até ao ponto de saída.
07 · Como medem o sucesso?
Por critério objectivo, fixado por escrito no kick-off: ao fim das 8 semanas, um PDF Ministerial é gerado automaticamente pela plataforma, sem intervenção manual no fluxo de dados, com narrativa defensável linha-a-linha. Métricas adicionais (SAIDI, SAIFI, MAIFI, TIEPI) são apresentadas em Painel Executivo activo. Sucesso = entrega regulatória autónoma demonstrada.
08 · O que acontece depois do piloto?
Três caminhos possíveis: (a) extensão para outras subestações/áreas operacionais com contrato plurianual; (b) hand-off com transferência de conhecimento para a equipa interna e contrato de manutenção e suporte; (c) saída ordenada com exportação integral dos dados e documentação técnica. A decisão é da instituição, sem cláusulas de aprisionamento.
● Pronto para começar

Conversa institucional. Sem compromisso.

A primeira reunião é gratuita e sem compromisso. 60 minutos para avaliar o fit institucional, apresentar a plataforma com casos relevantes e responder a todas as perguntas técnicas e jurídicas.

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