As oito perguntas mais comuns sobre o Programa Piloto. Resposta directa, sem rodeios.
01 · Quanto custa o piloto?
O valor exacto depende do âmbito acordado, da modalidade contratual (Lei n.º 41/20) e da edição escolhida (Soberana, Lisboa, Híbrida). A nossa política institucional é não publicar tabelas de preços — cada proposta é construída sob medida e justificada linha-a-linha. Pedir proposta institucional através do formulário de contacto dá acesso ao orçamento detalhado em 5 dias úteis.
02 · O piloto é exclusivo a uma concessionária por país?
Não. Aceitamos múltiplos pilotos em paralelo desde que a equipa tenha capacidade de manter a cadência semanal personalizada. Em 2026 estamos limitados a três pilotos simultâneos para preservar a qualidade do envolvimento directo do fundador.
03 · Qual é o âmbito mínimo viável?
Uma subestação ou área operacional bem definida, com fontes de dados existentes (mesmo que parciais) e um caso de uso institucional concreto. O critério de sucesso é objectivo: um PDF Ministerial gerado automaticamente, com zero intervenção manual no fluxo de dados, ao fim das 8 semanas.
04 · Quem conduz o piloto do lado da Palanca?
O piloto é conduzido pessoalmente pelo fundador, Dário Salvador Milagre. Modelo Forward Deployed: cadência semanal directa, sem camadas intermediárias. A presença em Luanda é regular durante a execução, com hospedagem em Lisboa para o trabalho de plataforma.
05 · Que dados precisam de ser disponibilizados?
Acesso técnico (leitura) aos sistemas existentes da concessionária — SCADA, AMI, SAP, GIS, ficheiros operacionais em CSV/XLSX. Não exigimos dados perfeitos — o Acto 01 (Diagnóstico) tem precisamente como função mapear a qualidade actual e identificar os buracos. Toda a transferência de dados é coberta por DPA assinado antes do início.
06 · Posso parar o piloto a meio?
Sim. O piloto contempla pontos de saída formais ao fim de cada Acto (semanas 1, 3, 5, 7). Em qualquer um destes pontos, a instituição pode terminar o programa sem qualquer compromisso plurianual. A facturação é proporcional ao valor entregue até ao ponto de saída.
07 · Como medem o sucesso?
Por critério objectivo, fixado por escrito no kick-off: ao fim das 8 semanas, um PDF Ministerial é gerado automaticamente pela plataforma, sem intervenção manual no fluxo de dados, com narrativa defensável linha-a-linha. Métricas adicionais (SAIDI, SAIFI, MAIFI, TIEPI) são apresentadas em Painel Executivo activo. Sucesso = entrega regulatória autónoma demonstrada.
08 · O que acontece depois do piloto?
Três caminhos possíveis: (a) extensão para outras subestações/áreas operacionais com contrato plurianual; (b) hand-off com transferência de conhecimento para a equipa interna e contrato de manutenção e suporte; (c) saída ordenada com exportação integral dos dados e documentação técnica. A decisão é da instituição, sem cláusulas de aprisionamento.